segunda-feira, 28 de maio de 2012

Explicita e ainda mais ...


Explicita
Numa historia real.
A situação que provoca a acão é clara .Não perde tempo com as ageografias nem mesmo com as paredes de castelo no meio da floresta.E por fluxo o que era uma constante invisível, hoje é um cenário imediato, sensorial, poeticamente presente.
Essencialmente um poema representado com fidelidade a todas as características que você inspira . Duplica o que assimilo. 
Abstraio o tempo e sou parte. 
Não te pergunto porque sou amor, sou arte.
Borrifo meus cílios nos seus dias, e te trago pra dentro de minha retina.Inconfundivel com suas mãos de jardineiro pousadas sobre o banquete da minha vida, transformo sua ficção em prosa.

Ibérica


Comunico intenções
Deixo que as perspectivas abertas pelas as explorações sensoriais se manifestem
Tenho coragem e  este fato costuma dar um tom presente a melodia.
Não dá pra ser pouco. Eu tenho intensidades .
Não me ensinuo, talvez provoque um pouco.
Alinhavo a com fios dourados a transparência .Deixo o verbo conjugar suas possibilidades.
Quero ler meus textos pra você desse jeito metafórico e desarrumado do jeito que parece, intenso e Lindo do jeito que é concebido. Suave da forma que nasceu para te chegar melódico, presente, surpreendente e inteiro como deve ser porque assim sou.
Te faço propostas Ibéricas e espero seu sorriso. Ele chega eu adianto as milhas,eu comunico o vento , levanto as velas , separo as taças e aviso o vento.
Enquanto você me desafia, eu ancoro meus lábios nos seus e interminavelmente te beijo sem pressa.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Prolífica

Saiu do sono hibernal e viu claro alguns limites.Não fez Yoga com a frequencia necessária e incinerou alguns medos.Foi até a montanha aprender o conteúdo sagrado, e voltou com o coração cheio de força.Soltou as ilusões, e criou paciencia Foi gentil e furiosa.Ficou introspecta e cantou mais vezes sozinha .Escutou a melodia e sentiu quietinha que chegou o momento da vida poética voltar ao plano prático,Não foge da sua história, e intuitivamente retoma o ritmo, ganha de si própria uma profundidade incalculável.Um passo de cada vez, tons, gestos, palavras e outros gatilhos sensoriais ... 






*os acentos circunflexos sumiram do teclado.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Paraíso a beira Mar




Eu queria a paz e tinha o mar queria as estrelas,tinha o céu a brilhar queria as doces flores,tinha  néctar das abelhas e eu tinha que aprender que a vida me confere presentes preciosos enquanto me empenho em colher estrelas aos pés do céu .E eu, que me achava madura o bastante para criar recursos ,enquanto as ferramentas voavam em minha frente com um manual explicativo,claro,tranquilo,lúdico .Fiquei tentando decifra-los ...E quis todos os desafios que me afrontaram .E se fugi de alguns,foram bem poucos.Dei todas as respostas que achei estarem prontas para serem expressas .E guardei algumas perguntas pra fazer agora. E já que acredito estar pronta para escutar as respostas . Aproveito pra registrar que o que me surpreende ,é toda essa vida que anseia uma partícula de sim ... de entrega , de participação de vontade e amor , que transborda a pele tatuada de força e coragem, de dias e horas guiados por lunações ... por estações , por invernos e verões ...



Hoje a noite esta linda ,
e luar não para de roubar minha atenção,
leva um monte de brilho para algumas rotas,e desnuda meu coração .

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Acordando as cotidianísses ...


E ela volta a escrever …
Num dia corrido como aqueles que se sucedera neste  2011 tão cheio de curiosidades, encontros, desencontros e informações sobre a vida .
Numa noite onde a lua cheia brilha imprimindo no céu a realeza que guarda o brilho pra distribuir a noite e  dissolver sorrisos.
Onde o dia começa musical e com algumas reflexões que acompanham uma constatação meio rude de minha parte ,mas que ainda , mesmo que tímido como sempre faço , associa o amor e a arte .
E  atribui ao amor as mais artisticas expressões , não pelo estético , mas por conta da poesia honesta que ele promove , partindo dos olhos de quem enxerga  até os braços de quem  o acolhe.

Naqueles meus ímpetos de coragem ,gritei ter alegria de assim continuar sendo .

 E refletir que na mesma proporção que a Arte , o amor e o envolvimento  quanto mais puro, decresce o numero de pessoas a quem eles  atraem .
Definitivamente não me atraem os reflexos condicionados, impulssos rudimentares ,ou os diagnósticos fornecidos por encéfalografos , ou galvanômetros .Não quero saber das simples e óbvias diferenças . Me poupem das toxinas que sobraram do passado mal vivido . Eu realmente não to aqui pra isso .
Se não esta pronto, não me encare .Se não estiver disposto, menos ainda. Se tiver um monte de explicações, desculpe... Eu me apaixono por ação .
Mas se não estiver seguro, calma . Isso não é importante .
Quero a fé inocente de quem acredita .O autônomo e essencial que reside em toda alma humana. A expressão livre do amor que sustenta a coragem de se respeitar e a transparência fiel que o amor revela quando encontra abrigo noutro amor ... Quando é.
Ou por puro abuso quer ser .
E vira texto algumas cotidianisses baseadas nas experiências genuínas ,sofisticadas, raras e repletas de coragem que sempre vivi enquanto amei . E enquanto hei de amar . 
Como marca d água que timbra cada texto meu , com inúmeros motivos pra eu confeitar , ou pra simplesmente eu chamar de meu .

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Pra explicar eu mostro ...

De intensidades eu vivo ...
Pra expressar eu canto,
pra alegrar eu danço ,
pra ser quem sou eu
simplesmente permito assim ser ...

Malabares pros ventos e dança pro oceano



Em paz com os deuses que ja se mostram desarmados ,
Habito minha essência em plena comunhão de acordo
Amplio minha rotina de continuar equilibrando nos malabarismos dos dias nas linhas que desafiam as regras de gravidade , mas que permitem a dança dos sentidos despertos ...
Navego num oceano lúdico de possibilidades férteis , e ganho a amizade dos ventos ,
Confio jogar fora a bussola e me guiar pelo coração . Alinho minha mente em favor dos sentimentos e danço flamenco intensamente na proa do barco que serve e é servido ...
Construo pontes , mas escolho atravessar a nado, porque me agrada sentir a correnteza comunicando movimento a minha presença .
Já te contei que sei voar , mas não te mostrei minhas asas . Douradas , fortes , sutis ...
Te levo comigo se você quiser, mas não posso e não vou ser responsável pelos seus medos .
E muito menos te esconder minha coragem .

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A tradução da chave.





 Emoções , num sarau com


sentimentos, pensamentos , experiencias e motivações 


estimulando a tal descoberta dos tão vívidos simbolos .


Proposta interessante .


Indecifrável ,eu pensava .


Hieróglifos desembarcando no porto dos meus sentimentos impacientes.


Traduzi . 


Já tenho tua resposta . 

Livro novo, Milles Davis e dopamina


E chegou em casa com livro novo e possivelmente algumas gramas a mais pelo fato de ter curtido um arsenal de prazeres gustativos  na Galeria dos Pães , mas tá chovendo, o clima pede gostosuras mesmo e eu me deleito sem culpa ...
O ideal seria arrumar algumas coisinhas em casa ou estudar frances ou pegar para terminar aquela planilha que já esta a semanas esperando o golpe de minerva ... Ah mas essa chuvinha e o clima da livraria Cultura me inspira e abro uma lacuninha pra fazer o que adoro ...
Escrever .
Ainda não sei que tema . Sento na frente do caderninho com teclado iluminado abro e fecho os olhos rapidamente para buscar sentimento ... Estou feliz , dopaminicamente tranqüila , e com uma energia gostosa de  “ tudo bem meu bem “
 Não estou afim de reconstruir lembranças ou fazer uma retrospectiva pra deixar as sensações tomarem forma .
 Então, mergulho no café gostoso e quentinho e cheio de carinho que se fez presente em ação dando um sabor encorpado pra visita as prateleiras e pra minha mente que fica inquieta de idéias quando me encontro em meio a lugares que ampliam e reciclam, e inovam o que eu sei .E quentinha e cheia a xícara de café inundada de letrinhas gravadas em cada livro das prateleiras me trouxe liberdade num finzinho de  tarde onde a chuva trazia nuvem pro chão e molhava os pés e os cabelos . Onde o vento no horário de verão passava mais rápido com as horas e isso não me preocupava nem um pouco .
E que cognitivamente vou percebendo que gosto cada vez mais do que me faz bem , do que me leva como numa maquina pra lugares desconhecidos transformando idéias velhas, acolhendo as boas e novas , as que inspiram permissões, e me fazem fugir da pesudo segurança de ficar aonde sei .Quero o
 I (eu) ná(não) sei  sivel (senti ainda) = Inacessível . Visivel , tátil , e realmente quero que  ele me use para reproduzir tudo de bom que  o novo quer me proporcionar . Por que no café gostoso , eu pedi pra avisar que eu não me atraso nem mais um minuto pra ser , cada vez mais ser sensível . Gosto tanto que já nem me causa espanto.se tiver afim de pular pulo e se tiver afim de cantar canto , talvez ainda cante no canto porque sou charmosamente tímida , e intensamente buscadora. Gosto de criar palavras mais pra fazer sentido , e fazer sair do sentido de forma diferente, pra brindar o que se sente .
E eu sinto ...
E ainda esta chovendo .  E eu to adorando. E ouvindo Milles Davis .

domingo, 2 de outubro de 2011

Metade






Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que o homem que eu amo seja pra sempre amado
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a uma mulher inundada de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
Oswaldo Montenegro

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Ama


A coragem do desabrochar único, da riqueza aveludada das flores ...

Legível ...


Meio bicho do mato eu sinto, eu avanço , eu mordo e choro depois,

vejo intensamente e apuro os instintos ...

e viro borboleta e transgrido as leis da gravidade...

O espaço me acolhe e visito as estrelas ...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Imagino Demasiadamente ...


Imagino demasiadamente …

E assim os pensamentos tornam-se em palavras …

Eu tento ajustar tudo, mas acontece muito rápido , frações de tempo , expressão ,sentimento...

Tudo junto , e intenso .

E para que eu possa deixar transponível em átomos que possam ser descritos e plantados no espaço cheio de caracteres deste universo virtual

eu pego emprestado a teoria das cordas e alinhavo em 11 dimensões ...

comunico os pensamentos , idéias e emoções . Eu deixo as janelas abertas , da linha que não existe no tempo e das ampliadas conexões ... Volto e meia sinto meus olhos pesados de tanto espaço e escrevo as percepções .

Poetizando a fisica torno em imagem os cientistas mais filósofos e posso humanamente brincar de detetive do cosmos ...

O melhor em encontrar as coisas é na verdade não determinar a busca, é não ter em mente uma resposta ... e sim possibilidades de especiais encontros ...

E não ter medo de mergulhar , explorar o desconhecido , sem a necessidade de ter que se fazer encaixar em moldes, ou em formulas já descritas .

Como diria Clarisse , liberdade é pouco , o que quero ainda não tem nome .

Quando mergulho em algo , não busco que esse mergulho faça sentido . Vou me aprofundando porque posso , porque permito, porque não tenho que explicar algo ... e nem lugar especifico”,nem que faça sentido na equação de Schwarzchild ou do buraco negro. Quero ampliar o magnífico . Quero chegar perto da criação ... quero a luz da liberdade sem gravidade .

O silencio diria , sem medo de errar ... O silencio neste momento se torna a verdade das minhas falas , o encontro mais repleto de flores na sala .

Mas cheio de uma alma meio Dersu Uzala , perto das florestas estrelares onde a amor nunca para e è La onde o amor traz energia pra casa.

Que alimenta a minha fome de viajar entre o espaço ...

porque não quero uma bussola , não quero calcular pra onde cada fóton vai , nem menos as probabilidades das partículas ...

Não quero a interferência do seguro , quero a reflexão quântica de extravasar os limites pré determinados .Quero comunicar o que não precisa de fator pra existir , e sim existe porque é um fato .