segunda-feira, 28 de maio de 2012
Explicita e ainda mais ...
Explicita
Numa historia real.
A situação que provoca a acão é clara .Não perde tempo com as ageografias nem mesmo com as paredes de castelo no meio da floresta.E por fluxo o que era uma constante invisível, hoje é um cenário imediato, sensorial, poeticamente presente.
Essencialmente um poema representado com fidelidade a todas as características que você inspira . Duplica o que assimilo.
Abstraio o tempo e sou parte.
Não te pergunto porque sou amor, sou arte.
Borrifo meus cílios nos seus dias, e te trago pra dentro de minha retina.Inconfundivel com suas mãos de jardineiro pousadas sobre o banquete da minha vida, transformo sua ficção em prosa.
Ibérica
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Prolífica
*os acentos circunflexos sumiram do teclado.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Paraíso a beira Mar
Eu queria a paz e tinha o mar queria as estrelas,tinha o céu a brilhar queria as doces flores,tinha néctar das abelhas e eu tinha que aprender que a vida me confere presentes preciosos enquanto me empenho em colher estrelas aos pés do céu .E eu, que me achava madura o bastante para criar recursos ,enquanto as ferramentas voavam em minha frente com um manual explicativo,claro,tranquilo,lúdico .Fiquei tentando decifra-los ...E quis todos os desafios que me afrontaram .E se fugi de alguns,foram bem poucos.Dei todas as respostas que achei estarem prontas para serem expressas .E guardei algumas perguntas pra fazer agora. E já que acredito estar pronta para escutar as respostas . Aproveito pra registrar que o que me surpreende ,é toda essa vida que anseia uma partícula de sim ... de entrega , de participação de vontade e amor , que transborda a pele tatuada de força e coragem, de dias e horas guiados por lunações ... por estações , por invernos e verões ...
Hoje a noite esta linda ,
e luar não para de roubar minha atenção,
leva um monte de brilho para algumas rotas,e desnuda meu coração .
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Acordando as cotidianísses ...
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Pra explicar eu mostro ...
Malabares pros ventos e dança pro oceano

segunda-feira, 17 de outubro de 2011
A tradução da chave.
estimulando a tal descoberta dos tão vívidos simbolos .
Proposta interessante .
Traduzi .
Já tenho tua resposta .
Livro novo, Milles Davis e dopamina
E eu sinto ...
domingo, 2 de outubro de 2011
Metade

Não me impeça de ver o que anseio
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Seja linda ainda que tristeza
Que o homem que eu amo seja pra sempre amado
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a uma mulher inundada de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Legível ...
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Imagino Demasiadamente ...

Imagino demasiadamente …
E assim os pensamentos tornam-se em palavras …
Eu tento ajustar tudo, mas acontece muito rápido , frações de tempo , expressão ,sentimento...
Tudo junto , e intenso .
E para que eu possa deixar transponível em átomos que possam ser descritos e plantados no espaço cheio de caracteres deste universo virtual
eu pego emprestado a teoria das cordas e alinhavo em 11 dimensões ...
comunico os pensamentos , idéias e emoções . Eu deixo as janelas abertas , da linha que não existe no tempo e das ampliadas conexões ... Volto e meia sinto meus olhos pesados de tanto espaço e escrevo as percepções .
Poetizando a fisica torno em imagem os cientistas mais filósofos e posso humanamente brincar de detetive do cosmos ...
O melhor em encontrar as coisas é na verdade não determinar a busca, é não ter em mente uma resposta ... e sim possibilidades de especiais encontros ...
E não ter medo de mergulhar , explorar o desconhecido , sem a necessidade de ter que se fazer encaixar em moldes, ou em formulas já descritas .
Como diria Clarisse , liberdade é pouco , o que quero ainda não tem nome .
Quando mergulho em algo , não busco que esse mergulho faça sentido . Vou me aprofundando porque posso , porque permito, porque não tenho que explicar algo ... e nem lugar especifico”,nem que faça sentido na equação de Schwarzchild ou do buraco negro. Quero ampliar o magnífico . Quero chegar perto da criação ... quero a luz da liberdade sem gravidade .
O silencio diria , sem medo de errar ... O silencio neste momento se torna a verdade das minhas falas , o encontro mais repleto de flores na sala .
Mas cheio de uma alma meio Dersu Uzala , perto das florestas estrelares onde a amor nunca para e è La onde o amor traz energia pra casa.
Que alimenta a minha fome de viajar entre o espaço ...
porque não quero uma bussola , não quero calcular pra onde cada fóton vai , nem menos as probabilidades das partículas ...
Não quero a interferência do seguro , quero a reflexão quântica de extravasar os limites pré determinados .Quero comunicar o que não precisa de fator pra existir , e sim existe porque é um fato .









